Pela internet: jornalistas mostram com quantos cliques se faz um livro
Por Samuel Barbosa “O jornalista como um poeta delicado, sempre acha o rascunho mais fiel do que o publicado”, na definição do poeta e também jornalista gaúcho Mário Quintana. A mão pesada de editores foi um dos impulsos para os jornalistas Antonio Nelson e Franciel Cruz buscarem nas ferramentas digitais a liberdade nem sempre possível nas redações tradicionais e editoras comerciais. Com temáticas e estilos bem diversos, os dois se lançaram em aventuras literárias pela internet por caminhos diferentes. Para alcançar o público, além do processo industrial (produção gráfica) as obras literárias precisam chegar às livrarias espalhadas pelas cidades de todo o país e disputar a atenção de leitor com uma infinidade de outros impressos. Mas a internet está ao alcance de todos através de computadores, tablets e smartphones, e isso tem contribuído com o trabalho de escritores até bem pouco tempo invisíveis ao grande mercado editorial. ...